Guimarães Canta os Reis 2026
-
Início
-
Planear
-
What ´s On Guimarães
- Guimarães Canta os Reis 2026
GUIMARÃES CANTA OS REIS 2026
10 e 17 de janeiro 2026
A celebração do tradicional Dia de Reis, será assinalado com arruadas folclóricas que irão animar as ruas do centro histórico de Guimarães com música e cantares tradicionais. Ao longo da tarde do dia 10 e 17 de janeiro, diferentes grupos percorrem vários trajetos da cidade, trazendo a tradição às praças e às ruas por onde passam. A celebração culmina no Coreto do Jardim da Alameda, onde os grupos se reúnem para um encontro que será marcado pela partilha e pela celebração.
Na noite de dia 17 de janeiro, às 21h30, no Teatro Jordão, encerraremos as festividades natalícias com a apresentação do concerto “No Natal dos Reis” pelos Adiafa. O espetáculo apresenta um trabalho recentemente lançado, inspirado nos cantares tradicionais do ciclo natalício e dos reis, cruzando as sonoridades do cante alentejano com novas abordagens musicais. Entre os músicos está Manuel Oliveira, consagrado músico vimaranense, integrando um projeto que valoriza a tradição e o talento do território.
Ao cante acapella do grupo, que comemora 25 anos de existência, junta-se o piano de Carlos Garcia, a guitarra de Manuel de Oliveira e ao acordeão de João Frade numa exploração contemporânea refletida no recente álbum “Adiafa no Natal dos Reis”.
PROGRAMA
Dia 10
Horário: 15h00 | Local: Ruas da Cidade
- Grupo Folclórico e Etnográfico de Lordelo
Percurso: Largo Cónego José Maria Gomes – Coreto Jardim da Alameda
- Grupo Folclórico da Corredoura
Percurso: Largo da Mumadona – Coreto Jardim da Alameda
- Rancho Folclórico de S. Cipriano de Tabuadelo
Percurso: Plataforma das Artes – Coreto Jardim da Alameda
- Rancho Folclórico de Santo Estevão de Briteiros
Percurso: Largo dos Laranjais – Coreto Jardim da Alameda
DIA 17
Horário: 15h00 | Local: Ruas da Cidade
- Grupo Folclórico de Souto
Percurso: Largo Cónego José Maria Gomes – Coreto Jardim da Alameda
- Grupo Folclórico da Associação Cultural e Recreativa de Conde
Percurso: Largo da Mumadona – Coreto Jardim da Alameda
- Grupo Regional Folclórico e Agrícola de Pevidém
Percurso: Plataforma das Artes – Coreto Jardim da Alameda
- Grupo Folclórico do Centro Social de Vila Nova de Sande
Percurso: Largo dos Laranjais – Coreto Jardim da Alameda
- GFVP – Grupo Folclórico da Vila de Ponte
Percurso: Curtir Ciência – Coreto Jardim da Alameda
CONCERTO
- ADIAFA “No Natal dos Reis”
Horário: 21h30
Local: Teatro Jordão
GRUPOS A ATUAR:
Rancho Folclórico de Santo Estevão de Briteiros
Fundado em 15 de agosto de 1986 por um grupo de amantes do folclore que, depois de terem assistido a uma exibição, se entusiasmou e decidiu avançar com a formação deste rancho.
O Rancho Folclórico de Santo Estêvão de Briteiros, organiza anualmente o seu Festival de Folclore que já conta com a sua 34ª edição.
Organizou pela primeira vez no ano de 2024 o seu 1º Encontro de Reis, que já conta com a 3º Edição, e leva o cantar dos reis de porta a porta (a quem o desejou). participando em encontros de Reis do concelho, mantendo assim viva uma tradição tão característica das gentes de Santo Estêvão e de Guimarães.
Somos Filiados no INATEL e Membros da Associação de Folclore e Etnografia de Guimarães;
Participa em Festas, Romarias e Festivais de Folclore, a nível nacional e já fez deslocações ao estrangeiro, Espanha, França e várias vezes ao Mónaco.
Os trajes usados pelos elementos deste Rancho, são antigos e característicos desta região do Baixo Minho, são os Seguintes: Trajes de Noivos; Traje de Campo; Traje Domingueiro; Traje de Rico; Traje de Morgada;
A sua tocata é composta por: Concertina; Ferrinhos; Castanholas; Reque Regue; Viola Braguesa; Cavaquinho; Violão e os Bonecos;
Grupo Folclórico e Etnográfico de Lordelo
"O Grupo Folclórico do Centro Social de Vila Nova de Sande foi fundado em 05 de Junho de 1978, sendo um dos grupos do concelho de Guimarães mais consagrados, pela forma simples e fiel com que retrata as vivências dos seus antepassados, nos seus usos, costumes e tradições, fazendo-o sempre com o máximo respeito pelas mesmas.
As recolhas efetuadas e preservadas pelo grupo, permitem divulgar um genuíno trabalho de representatividade por todo o país, incluindo as ilhas, e no estrangeiro, onde já esteve em Espanha, França, Mónaco, Áustria, Alemanha, Hungria e Brasil.
Das diversas atividades culturais que organiza anualmente, destacam-se o Encontro de Reis e o Festival Internacional de Folclore.
É membro efetivo da Federação do Folclore Português, da Associação de Folclore e Etnografia de Guimarães e está inscrito no INATEL.
O Grupo Folclórico do Centro Social de Vila Nova de Sande tem pugnado pelo folclore de raiz da sua região, quer nos trajes, nas danças, nos cantares e nas músicas, tendo-se afirmado como um dos mais credíveis intérpretes do folclore da região do Baixo Minho."
Grupo Folclórico da Corredoura:
Corredoura, terra de grandes tradições culturais e religiosas marcada ainda por uma forte componente agrícola, onde se pode observar com rara beleza os campos e as searas do milho, linho e centeio, é também um dos pólos de maior desenvolvimento sócio/cultural da região e participada por um enorme movimento associativo.
Tendo como finalidade a ocupação dos tempos livres do povo da sua terra, o gosto pelo canto, dança e música, foi fundado no dia 1 de março do ano de 1956 o Grupo Folclórico da Corredoura, que desde logo desenvolveu um verdadeiro trabalho de pesquisa e de recolha dos usos costumes e tradições do seu povo e da sua terra.
Os seus trajos representativos de fins do século XVIII princípios do Século XIX, são considerados os mais puros, genuínos e autênticos da sua região, tendo conquistado diversos prémios e várias distinções.
Conscientes do valor riquíssimo do património que possuímos, celebramos um protocolo com o Museu Alberto Sampaio, para depósito de um conjunto de peças de elevado valor.
Atuou em todos os grandes festivais de folclore que se organizam de Norte a Sul do País e nas Ilhas. Tem várias deslocações ao estrangeiro. De salientar a participação na FOLKLORIADA, em 2012, na Coreia do Sul, onde representou Portugal no maior Festival do Mundo Organizado pelo CIOFF e no México em 2023.
É sócio fundador da Federação do Folclore Português, da Associação CIOFF Portugal e é filiado no Inatel
Organiza todos os anos o Fest’ In Folk Corredoura – O Mundo Dança em Guimarães, trazendo à cidade e ao concelho de Guimarães, cincos grupos de Folclore dos mais variados pontos do Globo. Pela sua capacidade organizativa e pelo programa diferenciador, é já considerado uns dos maiores Festivais de Folclore da sua região, fazendo parte da restrita lista de festivais certificado pelo CIOFF (Conselho Internacional de Organizações de Festivais de Folclore).
Como reconhecimento ao enorme contributo que o Grupo Folclórico da Corredoura tem prestado à cultura de matriz popular da sua região, foi condecorado com a Medalha em Prata de Mérito Associativo pela Câmara Municipal de Guimarães em 2006, a Medalha da Vila pela junta de Freguesia da Vila de São Torcato em 2013 e foi também o primeiro Grupo Folclórico da sua região, a quem foi atribuído o Estatuto de Coletividade de Utilidade Pública, feito que muito honra e prestigia o Grupo.
Rancho Folclórico de S. Cipriano de Tabuadelo
Criado em novembro de 1996, o Rancho Folclórico de s. Cipriano de Tabuadelo nasceu de uma vontade de um grupo de pessoas que pretendem continuar a preservar os usos e costumes dos antepassados.
Estreou-se pela primeira vez em palco a 13 de abril de 1997, na freguesia de Tabuadelo e desde então muitas tem sido as solicitações recebidas para participar em festas e romarias da região, tendo a nível internacional participado em alguns festivais de folclore nomeadamente em paris, em Lugo Espanha e mais recentemente Beausoleil França.
Este Rancho é socio fundador da Associação de Folclore e Etnografia de Guimarães.
Estando também filiado na fundação Inatel e sócio efetivo na federação de folclore português.
Englobado numa região extraordinariamente rica em valores etnográficos, este Rancho tem como base de orientação para as suas danças e cantares bem como para os trajes que usam, uma valiosa recolha de informações levada a feito na freguesia de Tabuadelo e aldeias circunvizinhas.
Depositária de um rico património etno-folclorico, o rancho folclórico de s. Cipriano de Tabuadelo documenta os trajes, as danças, os usos e os costumes das gentes de Tabuadelo e região envolvente dos finais do século XIX.
As suas danças, os seus cantares, os seus trajes do campo, feirantes, lavradeiras ricas, noivas, fatos domingueiros, etc… os seus instrumentos musicais da sua Tocata, concertinas, cavaquinhos, violas, braguesas, violão, tambor, ferrinhos, Recu-recu, bonecos, são da mais rigorosa autenticidade e foram reconhecidos no contacto com a população mais idosa desta comunidade.
Chulas, malhões e viras, são danças que caracterizam os ranchos do Baixo Minho, e o Rancho Folclórico de S. Cipriano de Tabuadelo não podia fugir a regra dando ainda mais cor e alegria a essas danças.
Grupo Folclórico de Souto
Em 17 de Maio de 1959, foi fundado o Grupo Folclórico de Souto por um grupo de jovens que na altura fez a recolha de danças, trajes, cantares, usos e costumes desta terra, sendo formado por cerca de 45 componentes, tendo mantido ao longo dos anos o seu prisma inicial.
Este grupo apresenta-se com trajes de festas, romarias, feira, noivos, conselheiros do rei, trajes ricos e ainda uma serie de trajes de trabalho que representam com todo o rigor a maneira de vestir dos fins do século XIX e princípios do XX.
A nível de danças, este grupo pode apresentar cerca de 30 danças variadas entre danças de terreiro, romarias, campo, bairristas e religiosas.
O Grupo Folclórico de Souto é intérprete da riqueza folclórica desta região e está incluída na primeira classe dos agrupamentos etnográficos pela sua pureza e fidelidade. É membro efetivo da Federação de Folclore Portuguesa e filiado na INATEL.
Este Grupo Folclórico tem participado em dezenas de festivais de folclóricos nac10na1s e internacionais. Tem também participado em várias representações de trajes, feiras e outos eventos folclóricos. Este grupo também organiza anualmente o seu festival internacional de folclore.
Grupo Regional Folclórico e Agrícola de Pevidém
Com o objetivo de divulgar as danças, as canções, os trajos, as músicas e os instrumentos musicais e de despertar o respeito e a valorização por essas variadas manifestações típicas da cultura de um povo.
Este Grupo Folclórico foi fundado oficialmente em 25 de Abril de 1947, registado e aprovado pelo então Governador Civil do Distrito de Braga. Na mesma data, foram concedidos ao Grupo Regional Folclórico e Agrícola de Pevidém, estatutos que constam de onze capítulos e vinte e sete artigos. Criado oficialmente por escritura, que foi lavrada e assinada no Cartório Notarial de Guimarães e publicado no Diário da República de 20 de Maio do ano acima referido. O G.R.F.A.P.G., havia nascido alguns anos antes, como festada, por força forte e rica tradição folclórica do povo da sua terra, em que os responsáveis pelo Grupo, pesquisaram as Danças, Cantares e Trajes de outras tradições de épocas situadas entre o séc. XVIII e XIX. O G.R.F.A.P.G é sócio fundador da Federação do Folclore Português (janeiro de 1979), Filiado no Inatel, é sócio fundador da Associação de Folclore e Etnografia de Guimarães (março de 2001), dos quais tem beneficiado de ajuda técnica para seguir no folclore o caminho da verdadeira autenticidade possível. Tem ainda este Grupo o estatuto de Utilidade Pública.
Até à data presente, efetuou centenas de atuações Folclóricas em Festas, Cortejos, Arraiais e Romarias, não só em Portugal e nas ilhas “Madeira e Açores”, como nomeadamente em França, Suíça e Alemanha. Representou Portugal em Espanha no "Festival Mundial das Astúrias" (agosto de 1989), possuí cassetes, CDs e DVDs gravados. Dos concursos que concorreu, Festas do Traje de Barcelos, Porto e Lisboa, conquistou os primeiros prémios e nos restantes, várias medalhas e trofeus. Em 1997 foi agraciado com medalha honorífica em prata pela Câmara Municipal de Guimarães. Vestindo e tocando, como faziam na sua região as gentes do passado, na defesa do património cultural do povo, de uma região Baixo Minho-Ave, o G.R.F.A.P.G., é composto por cerca de 50 elementos. O G.R.F.A.P.G. é o mais antigo do Concelho de Guimarães.
TRAJES: Luxo / Festa / Domingar / Romaria / Feira / Trabalho / Campo
INSTRUMENTOS: Concertinas / Violões / Violas Braguesas / Cavaquinhos / Flauta Travessa / Bombo Romeiro / Ferrinho
Grupo Folclórico do Centro Social de Vila Nova de Sande
"O Grupo Folclórico do Centro Social de Vila Nova de Sande foi fundado em 05 de junho de 1978, sendo um dos grupos do concelho de Guimarães mais consagrados, pela forma simples e fiel com que retrata as vivências dos seus antepassados, nos seus usos, costumes e tradições, fazendo-o sempre com o máximo respeito pelas mesmas.
As recolhas efetuadas e preservadas pelo grupo, permitem divulgar um genuíno trabalho de representatividade por todo o país, incluindo as ilhas, e no estrangeiro, onde já esteve em Espanha, França, Mónaco, Áustria, Alemanha, Hungria e Brasil.
Das diversas atividades culturais que organiza anualmente, destacam-se o Encontro de Reis e o Festival Internacional de Folclore.
É membro efetivo da Federação do Folclore Português, da Associação de Folclore e Etnografia de Guimarães e está inscrito no INATEL.
O Grupo Folclórico do Centro Social de Vila Nova de Sande tem pugnado pelo folclore de raiz da sua região, quer nos trajes, nas danças, nos cantares e nas músicas, tendo-se afirmado como um dos mais credíveis intérpretes do folclore da região do Baixo Minho."
Grupo Folclórico da Associação Cultural e Recreativa de Conde
O Grupo Folclórico da A.C.R. Conde foi fundado a 23 de junho de 1996, graças ao e entusiasmo e dedicação de um grupo de briosos condenses e ao apoio da Associação Cultural e Recreativa de Conde, instituição já existente desde 1978. Até à criação do grupo de folclore, a associação desenvolvia essencialmente atividades ligadas ao Futebol de Salão e ao Atletismo.
A pequena, mas risonha freguesia de Conde, situada a cerca de seis quilómetros a sul de Guimarães, outrora foi um local rico em danças e cantares do Baixo Minho. Conde era terra de gente de alma e coração alegre: até finais da década de 1960, era habitual ver, aos domingos à tarde, rapazes das freguesias vizinhas deslocarem-se a esta terra para, ao som das violas e concertinas, cantarem e dançarem com as jovens condenses - conhecidas pela sua beleza e alegria, qualidades que ainda hoje distinguem as gentes da freguesia.
Foi com esse espírito de saudade, mas também de preservação e orgulho, que nasceu o Grupo Folclórico da A.C.R. Conde. Desde a sua fundação, o grupo tem procurado manter vivas as tradições locais, recriando com autenticidade os trajes, danças e cantares que animavam a freguesia noutros tempos. No seu repertório destacam-se os Viras, Malhões, Chulas e Vareiras, bem como os Cantares dos Reis e outras manifestações culturais típicas do Baixo Minho.
É composto por elementos de todas as idades, com uma faixa etária que vai dos 4 aos 80 anos, envolvendo assim várias gerações na missão de manter viva a cultura popular. Ao longo da sua existência, o grupo tem percorrido Portugal de norte a Sul e já levou as tradições condenses além-fronteiras, com atuações em França e Espanha, Porto Santo e Funchal.
A nível institucional, o Grupo Folclórico da A.C.R. Conde:
- É sócio fundador da Associação de Folclore e Etnografia de Guimarães;
- É associado da Fundação INATEL;
- Tornou-se membro efetivo da Federação do Folclore Português desde 22 de maio de 201O. Para além das suas inúmeras atuações, o grupo conta com três edições discográficas, que testemunham o seu empenho em preservar e divulgar o património imaterial da região.
Mais recentemente, e mesmo em tempos desafiantes, o Grupo Folclórico da A.C.R. Conde demonstrou, mais uma vez, o seu espírito resiliente e determinado: em plena pandemia, com muito esforço e entusiasmo, construiu uma sede de raiz, espaço esse que hoje é motivo de orgulho para a freguesia e digno de ser visitado. Esta conquista reflete o compromisso do grupo com a cultura, a tradição e o futuro da comunidade condense.
GFVP – Grupo Folclórico da Vila de Ponte
O Grupo Folclórico da Vila de Ponte (GFVP) constitui-se como uma referência cultural no concelho de Guimarães, dedicando-se à preservação, divulgação e promoção do património etnográfico e das tradições populares da nossa comunidade. Criado com o propósito de desenvolver a arte folclórica e manter vivas as expressões identitárias da Vila de Ponte, o GFVP tem desempenhado um papel significativo na valorização das tradições locais e no fortalecimento do sentimento de pertença comunitária junto das novas gerações.
A atual formação do grupo remonta a 13 de outubro de 2013, data em que, sob a direção de Joaquim Rocha, se concretizou a reorganização do antigo rancho folclórico da vila, estabelecendo-se formalmente o Grupo Folclórico da Vila de Ponte. Esta reativação recolheu ensinamentos e práticas do rancho original dos anos 1970, cuja atividade se havia perdido devido a fatores sociais e económicos como o desemprego e a emigração, e marcou o início de uma nova etapa na preservação das tradições culturais da comunidade.
Composto atualmente por cerca de 42 elementos, o GFVP apresenta um vasto repertório de danças e representações, refletindo a diversidade dos trajes e modos de vida tradicionais, desde os trajes das lavadeiras e do campo até às versões do rico e do pobre, incluindo as versões dominicais. A sua expressão artística é complementada por um acompanhamento musical tradicional, com instrumentos como concertinas, violão, cavaquinho, tambor, ferrinhos e reco-reco, contribuindo para a autenticidade e vivacidade das apresentações.
O grupo tem igualmente assumido um papel ativo na organização e participação em eventos culturais, nomeadamente no Festival de Folclore da Vila de Ponte, tradicionalmente celebrado no dia de São João, e noutras iniciativas que promovem a cultura popular local e regional. Além disso, em 2015 o GFVP lançou um CD com doze modas representativas da cultura local, reafirmando o seu compromisso com a preservação musical das tradições da região.
Importa salientar que o Grupo Folclórico da Vila de Ponte optou por manter-se independente da filiação na Federação Portuguesa de Folclore, por vontade maioritária dos seus elementos, preservando assim a sua autonomia organizativa e uma abordagem própria à gestão das tradições que representa.
O Grupo Folclórico da Vila de Ponte é, assim, uma voz ativa na promoção da cultura popular vimaranense e minhota, contribuindo para a transmissão intergeracional das tradições, reforçando a identidade local e dinamizando a vida cultural da Vila de Ponte e do concelho de Guimarães.
"Guimarães Canta os Reis"
A iniciativa decorre, pela primeira vez, nos dias 10 e 17 de janeiro, envolvendo nove grupos folclóricos e etnográficos do concelho, num total de mais de 200 elementos. Os grupos percorrem as ruas da cidade interpretando cantares de reis e janeiras, devolvendo vida, som e tradição ao espaço público, com percursos que culminam no Coreto do Jardim da Alameda.
Sobre esta aposta, Isabel Ferreira, vereadora da Cultura do Município, reforçou que "houve essa preocupação, esse cuidado e esse interesse", sublinhando que o objetivo passa por "criar estas oportunidades para que, em determinados momentos importantes, se tragam novamente essas tradições", num trabalho que só faz sentido "em rede, em colaboração com as várias entidades, projeto a projeto".
Outro momento de particular relevância é o Convívio de Reis’26, marcado para o dia 13 de janeiro, no Multiusos de Guimarães, entre as 12h30 e as 17h00. Dirigida à população sénior do concelho, a iniciativa pretende proporcionar um momento de confraternização, celebração e animação, reforçando os laços comunitários e reconhecendo o papel da população sénior na vida do concelho.
Acessibilidade
À semelhança da programação de Natal, o Município de Guimarães mantém uma atenção especial às questões da acessibilidade, assegurando zonas reservadas para pessoas com mobilidade condicionada, instalações adaptadas, interpretação em Língua Gestual Portuguesa e condições de estacionamento acessível.
-
- Organização
- Município de Guimarães
-
- Direitos reservados
- Texto e imagem
