Vai-m’à Banda está de volta a 29 de agosto. Como sempre, é gratuito e itinerante, e os palcos não são bem palcos — são as tascas mais emblemáticas de Guimarães; sítios de bancos corridos e vinho de malga onde se guarda boa parte da memória da cidade. Foi daí que o festival nasceu: da vontade de juntar a cultura gastronómica local à música que se faz agora.
Este ano, para a nona edição, a romaria arranca numa tasca “nova” no centro da cidade com Plaka, no Largo Condessa do Juncal, antes de subir à Penha. Lá em cima, na Adega do Ermitão teremos o folk luminoso de Lau Ro; nos Amigos da Penha vamos ouvir Filipe Sambado a tocar o “Vida Salgada” que recentemente celebrou 10 anos com uma reedição Revolve/Maternidade. O dia fecha no Tas’co Pio, com José Pinhal Post-Mortem Experience a encerrar a edição com o que será uma grande festa.
Entre um concerto e outro há petiscos, há malgas, conversa, e amigos.
O Vai-m’à Banda é organizado pela Revolve, com o apoio do Município de Guimarães, e continua a ser aquilo que sempre foi: uma celebração da cultura gastronómica local, onde o comes e bebes se mistura com o ouves e curtes.
| Elementos | |
|---|---|
As Canções e os Filmes 2025 |



| Elementos | |
|---|---|
Mercadinho Local |



| Elementos | |
|---|---|
Mercadinho Local |


